Hipocrisia quem é que te cria ?
Os democratas que defendem a ditadura ?
Os artistas pendurados na estrutura ?
O jovem socialista que resiste a essa gentalha
Que é sustentado, muito mimado e não trabalha?
Hipocrisia quem é que te cria ?
É o defensor dos bons costumes e da moral
Que fala em Cristo mas não age como tal ?
É o arauto do amor e da tolerância,
Que não tolera um pingo de discordância?
Hipocrisia, quem é que te cria ?
E o libertário que defende a maconha,
Desde que não seja seu filho a expor-lhe a essa vergonha.
É o sabe tudo que não tem nem 30 anos
E que sucumbe nos escombros dos desenganos ?
Hipocrisia, quem é que te cria ?
É o super crítico, dia e noite, o tempo inteiro
Que porta a trave, mas só se importa com o argueiro.
segunda-feira, janeiro 28, 2019
sábado, janeiro 19, 2019
Rascunho
Rascunho rasgado de mim... é assim,
O esforço empregado no esboço sem fim
Que repele o confete da festa
Porque não deu certo.
Pois você nem ligou e nem chegou perto.
O papel amassado, jogado no chão
Leva o verso travado, rimado... Ou não.
Leva história que não virou letra
A memória escondida que espreita,
O momento gravado na alma,
A agonia que nunca se acalma...
A lembrança que é dolorosa,
A esperança que foi ruidosa...
Tudo em vão...
Não, não, não...
Não tem verso e não tem poema
Está disperso no mesmo dilema...
Ilusão...
Coração...
Que vive nas sombras,
Que vive sem versos,
Que vive carente
Nem frio, nem quente...
Em papel rasgado,
Jogado e amassado...
Que nunca chegou
Para o meu amor...
Que vive distante,
Do meu peito arfante
E nem desconfia,
Que esta alma fia,
Por noites e dias,
Rasgando e amassando
Mil versos de amor...
O rascunho rasgado de mim...
O silêncio profundo sem fim,
A espera que jamais termina,
O teu jeito de ser feminina,
Que me encanta...
E me espanta...
E paraliza todo o meu ser.
É você
O meu amor...
Com qualquer cor,
Em qualquer tempo,
De qualquer jeito
Com os defeitos,
Que tanto amo...
Mas não tem plano,
E nem tem jeito
De te dizer...
E fica assim,
Rascunho de mim
Rasgado no tempo,
Com um sentimento
Que deve morrer.
O esforço empregado no esboço sem fim
Que repele o confete da festa
Porque não deu certo.
Pois você nem ligou e nem chegou perto.
O papel amassado, jogado no chão
Leva o verso travado, rimado... Ou não.
Leva história que não virou letra
A memória escondida que espreita,
O momento gravado na alma,
A agonia que nunca se acalma...
A lembrança que é dolorosa,
A esperança que foi ruidosa...
Tudo em vão...
Não, não, não...
Não tem verso e não tem poema
Está disperso no mesmo dilema...
Ilusão...
Coração...
Que vive nas sombras,
Que vive sem versos,
Que vive carente
Nem frio, nem quente...
Em papel rasgado,
Jogado e amassado...
Que nunca chegou
Para o meu amor...
Que vive distante,
Do meu peito arfante
E nem desconfia,
Que esta alma fia,
Por noites e dias,
Rasgando e amassando
Mil versos de amor...
O rascunho rasgado de mim...
O silêncio profundo sem fim,
A espera que jamais termina,
O teu jeito de ser feminina,
Que me encanta...
E me espanta...
E paraliza todo o meu ser.
É você
O meu amor...
Com qualquer cor,
Em qualquer tempo,
De qualquer jeito
Com os defeitos,
Que tanto amo...
Mas não tem plano,
E nem tem jeito
De te dizer...
E fica assim,
Rascunho de mim
Rasgado no tempo,
Com um sentimento
Que deve morrer.
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