Nem todos falam
Nem todos fedem
Nem todos se calam
Nem todos repelem
Nem todos brincam
Nem todos gostam
Nem todos ficam
Nem todos vão
E ninguém sabe
Quem é si próprio
E quanto mais
o primo do Procópio
Nem se toda alma
admitisse estetoscópio
Nem tudo está perdido
Nos ciclos dessa dança
Nem todos são bandidos
Na casa da balança.
E assim todos ficamos
como antes de ter lido
nada modificamos
mas nem todo o tempo... foi perdido !
sábado, março 10, 2007
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