Não fala, não cala, não sonha e não pensa...
Vive com a alma suspensa
Aguardando sei lá que momento...
Que nunca chega.
Não luta, não sofre e nem tenta...
Não desiste e não enfrenta
Sabe-se lá onde estão os moinhos de vento
De uma loucura que nunca acontece.
Tenho pavor da solidão, da escuridão e do ódio
Da falta de compaixão e do ópio
Que entorpece a mente
De quem sente
Sabe-se lá que angústia...
Na volta a revolta se acaba
Com mortes e mortes sem fim...
No sangue dos soldados
Na dor dos crucificados
No vazio que há em mim.
domingo, agosto 19, 2018
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário