Aos fantasmas da noite
dar-lhes-ei sossêgo...
Vou para o reino de Orfeu
Com total desapego
Já não sou mais eu
A fazer tais apelos.
Não os evoco,
Não os invoco,
Não os convoco...
Eis aqui o meu copo
Meio cheio de vinho
Eis o tanto que suporto
Quando bebo sozinho.
Ah ! Fantasmas fantasmas !
Vão beber em outro lugar
Vão sorver outros miasmas
Tentem ao menos assustar.
Ah ! fantasmas fantasmas !
Que insistem em existir
Vão com as suas caras pasmas
Que agora eu vou dormir.
domingo, outubro 14, 2018
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