Não tenho mais moinhos de vento
Não temo mais o fim de um momento
Nesses giros tantos giros que a terra dá
Eu perdi a minha alma em algum lugar
No meu próprio escuro
Não tem mais perigo
Nem afirmo nem juro
Estou só comigo
Comigo, comigo, comigo
e mais ninguém...
Girando, girando perdido
sem mais ninguém.
Não tenho mais moinhos para atacar
Não tenho mais vontade para lutar
Mergulho no lago gelado ao lado
onde fecho os olhos para afundar.
Amanhece
E tudo recomeça
E o piloto automático do meu ser me leva.
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